Sustentação de sistemas legados: como tornar este processo menos doloroso

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Sustentação de sistemas legados: como tornar este processo menos doloroso

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A sustentação de sistemas legados é um processo fundamental de ser realizado nas empresas que contam com ferramentas e soluções mais antigas para que eles continuem funcionando de forma adequada. 

Afinal, somente com esse trabalho de sustentação, é possível garantir a estabilidade, performance e disponibilidade contínua dos sistemas legados ao longo do tempo.

Vale lembrar que o controle de sistemas legados é um grande desafio para os negócios. Isso porque não envolve apenas a equipe de TI que precisa dar esse suporte e assegurar a funcionalidade das aplicações. Mas também engloba os demais colaboradores que acabam afetados pelos problemas que podem ser gerados pelos softwares legados, como:

  • Recursos mais lentos;
  • Travamento;
  • Bugs;
  • Entre outros.

Por isso, a sustentação é tão importante. Claro que existem outras opções como a integração com sistemas mais atuais e a modernização das ferramentas legadas. 

Porém, o tema de hoje do nosso artigo é a sustentação de sistemas legados. Confira mais sobre o assunto a seguir!

Como funciona a sustentação de sistemas legados na prática?

Basicamente, o trabalho de sustentação é a realização do suporte para toda a infraestrutura de sistemas de TI, sejam hardwares, softwares ou redes. 

Assim, ele atua com o monitoramento e a manutenção dessas aplicações para proporcionar a continuidade e a qualidade tecnológica de todos esses itens.

Na prática, na rotina dos fluxos de trabalho dos profissionais de TI, a sustentação se torna uma série de atividades, como diagnósticos de problemas e incidentes, correções de falhas, atualizações de sistemas e evoluções de infraestrutura, incluindo até mesmo uma migração para a nuvem.

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Principais indícios de que você precisa de sustentação de sistemas legados

Além de obviamente a ocorrência de falhas e incidentes, ou ainda a apresentação de bugs e lentidão nas aplicações, existem outros momentos que indicam a necessidade da sustentação de sistemas legados. Confira:

  • Falta de mobilidade para o uso das ferramentas em dispositivos móveis;
  • Sistema pesado, gerando perda de tempo para realizar tarefas;
  • Desatualização, por conta de falta de modernização na aplicação;
  • Falta de integração e comunicação entre sistemas, por incompatibilidade de códigos, dificultando a centralização de informações;
  • Ausência de escalabilidade, quando um sistema legado não acompanha o crescimento da empresa, tornando os recursos limitados.

Todas essas situações mostram que as empresas precisam realizar a sustentação de sistemas legados, a fim de melhorar a disponibilidade e qualidade dos mesmos, garantindo o bom andamento dos demais serviços da empresa.

Mas como fazer essa sustentação e manutenção de maneira menos custosa e menos dolorosa? É o que veremos adiante.

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Como realizar a sustentação de sistemas legados 

Segundo estudo divulgado no portal ZDNet, o governo dos Estados Unidos gasta em torno de US$ 36 bilhões anuais mantendo aplicações e sistemas legados. Então, é fundamental entender como tornar essa sustentação menos onerosa e mais fácil de ser realizada.

Para a atualização do software legado ser bem-sucedida, é preciso muito mais do que ter uma equipe de TI bem treinada e com as ferramentas adequadas. As empresas devem realizar:

  • Bom mapeamento de processos e planejamento estratégico nos fluxos de trabalho do time de TI;
  • Práticas ágeis de gestão de equipes;
  • Modularização das estruturas dos sistemas;
  • Redesenho da arquitetura da informação e do design, quando necessário;
  • Testes automatizados nas mudanças implementadas nos sistemas para verificar a qualidade e disponibilidade;
  • Análise de possíveis integrações e modernização para otimizar ainda mais a performance do sistema legado.

Ao seguir essas boas práticas, é possível não só controlar os custos de um processo de sustentação de sistemas legados, como também garantir o desenvolvimento contínuo das aplicações, ou ainda identificar quando não dá mais para ter evolução no software e é necessário migrar para uma nova tecnologia.

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